Desde o Egito antigo, o olho sagrado brilhou como um farol na noite da alma. Chamado de Udjat, o Olho de Hórus, era o símbolo da restauração e da ordem. Era o olho que, uma vez ferido e despedaçado, foi reconstituído por Thoth, o senhor da sabedoria — lembrando que tudo o que é fragmentado pode ser reintegrado, e que a harmonia sempre pode ser restaurada.
Mas o Olho nunca foi apenas um amuleto, nem um talismã para afastar o mal. Ele é um mapa da consciência. Cada traço, cada curva, é um convite para que o homem desperte seus sentidos, una sua visão, sua palavra, seu pensamento e sua intuição em um só ato de presença.
Com o tempo, esse símbolo foi reinterpretado, e muitos passaram a vê-lo como o olhar de um Deus distante, vigiando os passos da humanidade.
A filosofia da Ordem Pactes, porém, revela o sentido mais profundo: o Olho não olha de fora. Ele se abre dentro de você. Ele é a tua consciência desperta, o ponto de luz que te recorda que és responsável por moldar tua própria justiça e lapidar tua própria pedra.
Ao contemplar o Olho, lembre-se: você é uma gota, mas dentro de você o oceano pulsa. Você é fragmento, mas carrega o Todo. Este olho te lembra de olhar teu próximo com equidade, pois não há separação — somos todos um.
Que este símbolo não seja para ti ameaça, mas chamado. Que ele te convide a mergulhar no cosmos que habita em teu interior, a reconhecer que o Todo vive em ti, e que cada gesto, cada palavra, cada pensamento deve honrar essa grande unidade.
Assim ensina a Ordem Pactes: desperta o Olho interior, vê com clareza, age com justiça. E ao fazê-lo, torna-te expressão viva do Todo.
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